Quarta-feira, 7 de Março de 2012

Ainda sou a Samantha.

Aquela promíscua e descreditada personagem da série The Sex and The City, ainda sobrevive no meu fabuloso habitáculo de cabelos L'óreal. Aceito que tenha tido momentos mais taciturnos, mas garanto que o hedonismo continua a ser o fim de todo este árduo trabalho e da minha razão de pisar terra firme assim que abandono a cama (minha ou não, isso são coisas que não interessa nada!).



Já vejo os precendentes do dia 8 de Março, tal nevoeiro que precede a chegada de D.Sebastião sentadinho no seu cavalo imaculado. E não gosto nada disso. Feminista?! Credo, tenho maneiras, não sou rude nem selvagem, faço a depilação com cara alegre, tremo só de pensar no dia em que calçarei uns Louboutin verdadeiros, acho que a base é um bem essencial tal como os cotonetes e não me aborrece nada que seja o espécime masculino a pagar a conta. Aceito a diferença como um dado adquirido, não aceito é a diferença de estatutos, deveres, direitos e expetativas. Como é que um ser que consegue caminhar com dois saquinhos moles de quelque chose e uma nabiça no meio bem entre as coxas, consegue ser igual a nós?! NEVER MY FRIENDS!!! Com isto não quero dizer que um seja acrescido de algo e o outro diminuido, antes pelo contrario, somos ambos os dois (os sexos) fatalmente empíricos e ambos capazes das mais extraordinárias coisas (tocar com o pé na omoplata é uma delas, e os espécimes com aquela parafernália de coisas no meio das coxas, também conseguem, garanto), vai daí que, e por mais um ano consecutivo, não compreendo por que caralho tem de haver um dia designado especificamente para as mulheres. Como há para às árvores, como há para a SIDA, como há para a mãezinha e para o paizinho, como há para os animais, como há para os doentes trissómicos (não ofendam que não estou a minimizar). Seremos assim tão "especiais"?! Indo ao fundo da palavra "especial" ao seu próprio âmago, não será terrivelmente machista e preconceituoso terem nos nós, mulheres como seres "especiais"? Gosto de ser especial de corrida, claro que gosto, mas não com esta conotação que o dia 8 de Março dá. E há aulas especiais para as senhoras nos ginásios. E o comércio inventa produtos mirabolantes para celebrar o dia, há descontos em perfumes e flores, há patrões que dão fores, há restaurantes cheios de mulheres histéricas, muitas delas nos enta que parecem autênticas caloiras em noite de bota-abaixo. Frustrante. É frustrante porque as mulheres não percebem isto, ainda dizem que é o dia delas. E anda aqui uma gaja a abrir mentalidades, a aclamar o espírito/pensamento livre (Oh Captain, my Captain) e as tontinhas, lá fica contentinhas porque uma vez no ano os homens se lembram delas, e se as àrvores têm direito, porque não elas também?! Enquanto houver esta ignorante felicidade no dia 8 de Março, os homens vão sempre ser mais bem pagos que nós, vão sempre ser mais ouvidos que nós, vamos ter sempre esta obrigação de sermos subservientes, de deitar os meninos, de meter a mesa, de estarmos deliciosamente apetecíveis todas as noites (não é que não o esteja, só não gosto de pensar que há pessoas que acham que devem de estar e outras que têm mesmo de estar) e de ouvirmos piropos sempre que passemos à frente de um grupo de mais de um homem (mesmo que na cabeça tragamos uma toalha enrolada e no corpo uma carpete de arraiolos).



Entendem isto amigas?



Ainda sou a Samantha. Gosto muito dos outros, nada contra, tudo a favor à mistura, cowboiada, rock, movimentos em conjunto, troca de salmonelas tudo tudo. Não gosto é de saber que um se acha mais que o outro, e que as outras ajudam em muito para que isso aconteça.




somos muito diferentes. e isso funciona como um íman terrível que nos atrai e nos vicia. e no sermos os dois muito diferentes, acabamos por sermos iguais, na nossa diferença. encantador.

Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Para ti.

Hoje foi igual. Não julgues que não foi, porque foi.
Teimam em dizer que já não estás connosco... Mas todas as noites me visitas enquanto durmo. Às vezes até tenho vergonha, se me visitas a mim quer dizer que sabes onde, com quem, e quando durmo. Não me importo, gosto que me venhas ver, assim não noto a distância que nos separa. De fato nem sei se distância é o termo adequado. Mas separa. Não do coração, e da vista tenho as minhas dúvidas, vi-te ontem, estavas naquele senhor que chorava por causa da desgraça do menino, meu vizinho, lembraste? Reconheci-te logo naqueles olhos azuis enovoados. Talvez esteja longe dos toques. Também nunca mais ouvi ninguém chamar-me Vanéssia talvez por isso, não estas assim tão perto de mim. Fala mais alto, por favor, sabes que também sou um bocado mouca.
Viste o que me aconteceu com o bólide? É preciso ter azar!! Gostava de te levar ao Intermarché, para ires tomar o pequeno almoço. Gostava de te levar ao centro de saúde, para ires levar a vacina da gripe. Gostava de te poder levar. Para qualquer sítio.
Hoje joga o Benfica, sabes? E logo com o Porto... Não dá na nossa televisão, é pena, mas assim que souber o resultado, vou-te dizer.
Mesmo que estivesses como daquela vez em que me vieste visitar enquanto dormia lembraste? Não foi na última, foi da outra antes... Eu gostava. Chama-me egoísta, mas eu podia cuidar de ti, ralhar contigo, falar contigo aos berros, dizer-te quando abalava, ver-te a sorrir com a cabeça inclinada para a direita e para a frente. E assim não. Eu podia ouvir-te a bater à porta, eu podia ouvir a tua mão no portão, eu podia ir apanhar a roupa assim que fazias lume, eu podia ralhar contigo quando davas espinhas aos gatos, eu podia ir comer o teu pão. E assim não.
Gostaste do que arranjamos para animar o quintal? O Godzila, é giro não é? Foi a irmã de um amigo meu que deu. Oiço-te a chamá-lo: ah canito!!! Cuidado vais pisá-lo! Está mesmo atrás de ti!! As coisas pequenas são sempre engraçadas nao é?
Bem vou dar uma voltinha.
Até amanhã!
"Até amanhein" - respondes tu!

Ah e o Benfica... já sabes... foi roubado :S

Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

vim-me embora. peguei em mim e vim me embora. vesti-me, calcei-me, fiz-te adeus num olhar, e vim-me embora. fazias-me lembrar um passado recente que quero apagar, por isso, vim-me embora.




talvez alguns tenham tido os bilhetes premiados para os designíos destas coisas do coração. talvez os outros tenham apenas gasto dinheiro em vão.




se ficasse, estaria a assumir as tuas loucuras, as tuas ilusões. respeito tudo o que mexe, não te fazia isso. por isso, vim-me embora.




talvez aquilo a que as pessoas chamam de amor tenha sido lançado em pó de um prédio alto e quem estava a favor do vento sentiu cada partícula cair-lhe em cima e os outros nada.




devagar, não te queria acordar, vi na tua cara a inocência endiabrada de um homem a dormir, não sei se sabes, mas isso é uma capacidade inata que vocês têm para nos agarrar. transformam-se em algo maravilhosamente agradável quando dormem, e para nosso bem, vim-me embora. vesti-me, calcei-me, e vim-me embora.


talvez os afortunados nestas coisas sentimentais, tenham encontrado a chave para o coração, como quem encontra num pacote de batatas fritas o cupão premiado para umas férias ao sol.


percebeste. anteriormente já sabias que eu não ia ficar. olhas-te para mim e sabias. tentas-te ver o que me está por trás das órbitas, não deixe por isso te agarrei. com força. e depois, vim-me embora.


talvez alguns sejam dominantes para os genes das coisas lamechas, outros apenas os transmitem, nada de manifestaões, são completamente reessivos.




fechei a porta sem respirar, não me queria denunciar. respirei, já na rua, com os primeiros raios de sol a ferir-me a vista, com os olhos diminuídos para metade, vim-me embora.


talvez eu não tenha sido talhada para isto.



Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Coisas.

não tenho tido vontade de aqui vir. não é que não tenha que partilhar, não é que não tenha que contar. só que não sei como, não tenho tido vontade.

penso todos os dias. é sempre isto, um dia após o outro, um dia a seguir ao outro a pensar. penso na ténue possibilidade de te abraçar outra vez. dizem que não estás cá, teimam em dizer dia após dia o mesmo. não percebem que com o teu cheiro em casa, com o teu toque na porta para me vires trazer melancia, com o teu abrir do portão todos os dias às nove da manhã para ires tomar o pequeno almoço, não percebem que é impossível não estares cá?! Oiço-te a rir de mim. Sempre achei piada quando deturpavas o meu nome por outro qualquer. nunca foi nem nunca será um nome bonito, por isso nunca me importei muito com esse outro nome com que me baptizaste. se fechar os olhos, se deixar de ouvir o silêncio das coisas que existem sempre à minha volta, oiço-te a chamar-me. e a rires-te. rias te muito. arreganhavas a boca para a esquerda e fechavas os olhos. herdei de ti muitas coisas, acho que sabes isso. a capacidade que tu tens de te emocionares com o mundo, com as coisas simples que acontecem, quer a beleza do quotidiano, quer com as tristezas alheias. sabes que sou uma chorona como tu. também choro ao ver o telejornal. também choro com as meninas pequeninas da C., são tão bonitas! admiro-te muito, tenho pena de viver na incerteza de que tu não saibas disto. tinhas uma bondade invejável. as nossas alegrias eram as tuas, as minhas conquistas eram as tuas. torcias sempre por mim. agora não tenho quem o faça.

esta merda que é o facto das pessoas morrerem, não faz sentido nenhum. há injustiça no mundo, nos tribunais, no dia a dia? pudera!! se a morte é a única certeza que temos na vida, a única coisa da qual não podemos fugir e é ela própria um hino à injustiça, não me surpreende que tudo o resto seja pautado por ela.

Sim, podes lhe chamar egoísmo, eu sei que estás connosco, nunca vais sair lá de casa, mas queres o quê, gostava de te ver, gostava de falar contigo aos gritos, gostava de te levar a passear no carro novo. Caprichos meus, porque eu sei que vais lá estar.
... Foda-se para quê fingir, se nem disto tenho a certeza. É injusto não é? Nem se quer temos o conforto de saber que a pessoa que morreu continua connosco, que sabe o que nos acontece a celebra as nossas vitórias, que continua a contar aos vizinhos todos o seu orgulho.

tento não me revoltar. quero acreditar que essa idade já ficou escrita. oiço e vejo o romantismo forçado que o 14 de Fevereiro obriga. ridiculo. assim como o dia da mãe, da prima, da avó etc, etc. um dia que nos obriga a pensar nos outros. será que não o deviamos fazer todos os dias, sem ter nada que nos obrigasse a tal? oh cabecinhas ocidentais e consumistas.. mais um dia para darmos destino ao dinheiro. não sei a que propósito escrevi isto, deve ser por não escrever há muito tempo, e ter muita coisa a fazer corridas de karts na cabeça.

tento revoltar-me. na verdade, nunca pensei que tivesse de fazer algum esforço para isto. tento pensar no que acredito, nos meus valores, e ver te a desrespeitares isso tudo, a ver se a raiva cresce em mim. geralmente, nada feito. é preciso escolher, eu sei. tenho o dedo podre e sou cabeça dura, sou de ideias fixas, não acredito no impossível, há sempre alternativas, planos b,c,d e quando já não houverem letras há números! quem me conhece diz: "amiga, tu não és tu". Sou eu, apenas sou recente ainda, e não tive tempo de mostrar todas as minhas facetas, esta é uma delas, também sou capaz de gostar de alguém mesmo sabendo que essa pessoa não vale muito e que a única coisa que me dá são motivos para a ignorar de alto. triste realmente visto desta forma. ha dias que sei bem o que fazer. outros nem tanto. no fundo, não me ajudo. não vale a pena tentar fazer o que acho que devo, se não é aquilo que tenho vontade de fazer. não me vou sentir aliviada, feliz ou orgulhosa de mim. quando te vejo a desrespeitares tudo, finalmente, sinto a vontade a ir embora. não fiz nenhum esforço. apenas sinto.

surprendo-me comigo. nunca pensei estar preparada. nunca pensei vir a ter maturidade para tal. e agora que tenho.. e agora que finalmente até gostava dos telefonemas de hora a hora..

parece que vomitei. palavras que exprimem coisas que sinto na pele e na garganta.

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

Desligar da corrente.

é tempo disso. de me deixar sugar por ti e pelas almofadas, de me enterrar neste monte de coisas fofas e frescas.



de não fechar a janela, adormecer com a luz dos carros furiosos a iluminarem nos os corpos.



e acordar com o calor do sol de inverno.



e procrastinar, procrastinar, procrastinar.






Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

É o tempo.

é o tempo. Toda a gente diz que é o remédio. Mas ninguém sabe a quantidade necessária, depende da patologia, depende de outras patologias associadas. Ainda assim, nunca erradica a doença por completo, ficam sempre sequelas.

Já tomei este medicamento antes. e já lá vão 10 anos, quase 11, e ainda não fez efeito.

dói, é uma doença que dói, às vezes penso que talvez seja crónica, por isso o tempo não cura, atenua. Não a aceitamos, não faz muito sentido, não a compreedemos, não conseguimos suportar e superar. não há nada cá dentro que me ajude, normalmente nós é que somos o principal factor na cura de uma doença, temos de querer para o conseguir. não sei como isso se faz, nisto não consigo. dói muito. é generalizado, não há uma parte específica do corpo que doa, está espalhada a mim parece que fica no pescoço, na garganta, um nó, que anda ali, que inflama.

deviamos estar preparados assim que nascemos, sabemos que esta doença é inevitável, vivemos com essa noção. era suposto não ser surpresa, era suposto saber suportar a dor.

não sei onde é que estás. fazes me falta. podiámos ter muita coisa que nos separasse, a idade, a época em que vivemos, o que aprendemos, a experiência de vida. Mas tinhamos o mesmo riso, a mesma boa disposição e o bom humor e espero que a mesma generosidade. Estarias tão feliz se me visses agora, bastava teres esperado mais um mês... dói-me muito, de noite, de dia. Sei que poucas pessoas gostam de mim como tu. Pelo menos gostava de saber que as minhas alegrias continuam a ser as tuas e que não saibas das minhas tristezas, não quero que sejam tuas. Ao menos se eu soubesse que te ia voltar a ver... Doia menos. Mas nem isso.

Fico à espera dos figos e da melancia no verão e do pão do solas para o almoço.

Até amanhã.

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

Faz hoje precisamente um mês e estávamos os dois sentados à mesa, frente a frente.













Nunca mais vai acontecer.......

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

PROFETA?!?!?



este homem, para além de todas as crianças serem suas amigas, ainda é um profeta, um visionário, chego a alvitrar até se não será o Nostradamus do nosso século e português, que orgulho!!! É notório nas suas palavras de incentivo "come a SOPA, vá lá" a promoção da guerra contra os castradores cibernautas. Não é para torcer o nariz, nem para inventar desculpas é logo para a comer!!!! É o PAI DA GREVE o avô, um exemplo a seguir, um ídolo entre o comum pirata argonauta de séries e pornografia!!!
Estou estupefacta e vou passar a olhar com outros olhos para O avô.
Há trinta anos a ter visões do futuro e a tecer profecias. AMÉN!!!

Conversetas.

Ela1: ai tu não eras nada assim fi!! Aquele gajo deu-te mesmo a volta!!

Ela2: é não é? eu também tenho essa ideia... Onde é que eu estou?!?!

Ela1: agora nem andas com outros... pior nem queres!! Eu nunca te vi assim...

Ela2: QUEREDO até parece...

Ela1: fiiiii... vá lá...

Elas: AHAHAHAHHAHAHAHHA

CORRRAMMMMM

O que estão a fazer a ler isto?! Vá a ver, corda aos sapatos, mobilizem esses adipósitos de gordura e corram à farmácia aderente mais próxima!!! Vejam no FB quais são as farmácias aderentes, e CORRRAMMMMM antes que os vales se esgotem!!

Sábado, 21 de Janeiro de 2012

MacGyver

Ah doce nostalgia!!! Era eu uma petiza pré-pré-pré púbere e já corria para a tv quando ouvia o generico do MacGyver como quem corre para casa num dia em que não chove, entorna e não se leva guarda-chuva.


É que isto não é uma coisa qualquer. A capacidade de desenrasque que algumas pessoas têm com meros objectos na falta de outros é fascinante. Confesso que tenho jeito para quase tudo, nas raras excepções podem-se enquadrar estas situações. Não, não sou muito Macgyver, porém reconheço e aparvalho-me perante quem é.





quem não tem cão, caça com gato.


e este é um grande segredo....

Conselho nº12 para 2012



the last but not the least... and so true...

Conselho nº 11 para 2012



Partilhem. É uma virtude e o karma está sempre à espreita.

Conselho nº 10 para 2012




Be kind. sempre que puderem.



Conselho nº 9 para 2012



para quê ser deselegante.....

Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

De legumes e sem batata!!!

Não me vou alongar sobre isto, as horas já levaram a coerência e a perspicácia há muito., mas ainda não levaram o pêlo na venta e a indignação que esta merda levanta. Uma coisa é a proibição de downloads de filmes e músicas, conteúdo protegido por quem de direito, agora proibir divulgação de informação e até mesmo de imagens?!?! Mas daqui a pouco queremos a internet para quê? Para ver o tempo? Se calhar nem isso, se o site da metereologia for tirar as informaçoes de outro sítio!!! Adeus blogs de toda a espécie (o que será de vocês obesas), adeus wikipedia, adeus flickr, adeus obvious, adeus torrentz, adeus 9Gag, adeus INTERNET!!!
Se quiserem assinar uma petição contra este abuso, é irem aqui amigas, http://sopastrike.com/.

Valha me São Download se não nos vemos livres destes castradores sem banners!!!

Pensamento nº117

"A inovação é o que distingue um líder de um seguidor."

Steve Jobs

yeah, i know!

Conselho nº8 para 2012



sooo fineeeeeee

Conversetas.

Ela1: ai melher, já não sei onde hei-de pôr a tanta mama...

Ela2: dentro do meu sutian?

Elas: AHAHHAHAHA

Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2012

Conselho nº7 para 2012



Permitam-se a um docinho de vez em vez. Uma vez por mês e com uma hora de uma dose de actividade física intensa de seguida ok?

Conselho nº 6 para 2012



Quem precisa de palavras?

Conselho nº 5 para 2012


Aprendam um jogo de estratégia. Nada melhor para exercitar o cérebro....

Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012

Conselho nº3 para 2012



Eu sei... Não precisam de pedir por mim nas vossas orações... Sou tão amiga da comum gorda...

Conselho nº2 para 2012



Sejam criativos, artistas, dêm asas à imaginação!!! Comprem telas, pincéis, deitem mãos à escrita, qualquer coisa amigas!! Vão ver que é uma óptima terapia para descarregar o stress (à parte de outras bem conhecidas pela gorda e não, não é comer bolas de berlim)!!


Beijinho bom!